
Em um grande ato na Concha Acústica do Teatro Castro Alves na capital baiana, realizado na noite desta quinta-feira, 11, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a ministra da Cultura, a baiana Margareth Menezes, assinaram o decreto que regulamenta a Lei Paulo Gustavo, que destina um investimento R$ 3,8 bilhões ao setor cultural no Brasil.
Em seu discurso, o chefe do Executivo brasileiro, como quase sempre, fugiu do protocolo. Logo que ia começar a falar, o petista foi interrompido por uma mulher que subiu ao palco e o abraçou. Lula então, emocionado, começou a discursar de improviso.
“Esse país tinha se tornado o mais alegre do mundo, o mais otimista do mundo, chegou a ser a sexta economia do mundo. Parece que o destino nos jogou uma praga de quatro anos e gerou mulheres como essa desesperada. As pessoas voltaram a passar fome no país. Esse país não nasceu para ter uma parte dele miserável ou analfabeta. Esse país precisa mudar”, defendeu o presidente.
Em seu discurso, o chefe do Executivo brasileiro, como quase sempre, fugiu do protocolo. Logo que ia começar a falar, o petista foi interrompido por uma mulher que subiu ao palco e o abraçou. Lula então, emocionado, começou a discursar de improviso.
“Esse país tinha se tornado o mais alegre do mundo, o mais otimista do mundo, chegou a ser a sexta economia do mundo. Parece que o destino nos jogou uma praga de quatro anos e gerou mulheres como essa desesperada. As pessoas voltaram a passar fome no país. Esse país não nasceu para ter uma parte dele miserável ou analfabeta. Esse país precisa mudar”, defendeu o presidente.
A Tarde
