Política

Alan Sanches rebate Robinson: “Age de forma oportunista e tenta enganar a população”

Fonte: Ascom

O deputado estadual Alan Sanches (DEM) rebateu as afirmações do parlamentar Robinson Almeida (PT), que saiu em defesa do governador Rui Costa (PT) após o prefeito ACM Neto declarar que o chefe do Executivo estadual vai pagar alto por ter um “silêncio conivente” sobre a reforma da Previdência. Para Sanches, Robinson age de forma oportunista adota a postura do “quanto pior, melhor” ao afirmar que a oposição no estado quer que “o trabalhador pague a conta da crise capitalista”. “O PT quer, mais uma vez, enganar a população ao dizer que é a favor dos pobres, mas não é. Eles sabem da necessidade da reforma. A Bahia tem um rombo de R$ 4 bilhões, que tende a aumentar se nada for feito. Ou seja, há uma ameaça de termos um colapso na Previdência, e qual a proposta de Robinson e do PT para resolver esse problema?”, questiona Sanches.

O deputado lembra que a reforma tem ganhado cada vez mais apoio da população. Pesquisa recente divulgada pelo Datafolha apontou que o apoio chega 47% da população, enquanto 44% dizem ser contra a proposta. “As pessoas reconhecem a necessidade dessa reforma. Sabemos que mexer em direitos não é fácil, mas a reforma surge para garantir a sobrevivência da nossa Previdência pública. Ela ataca privilégios, inclusive dos políticos, e protege os mais pobres”, ressalta o parlamentar, ao pontuar que foram retirados do texto as mudanças na aposentadoria rural. Sanches recorda também que o próprio Rui Costa fez, no final do ano passado, uma reforma na Previdência do estado ao elevar a alíquota de contribuição previdenciária dos funcionários do estado de 12% para 14%. “Rui quer o bônus da reforma, mas não o ônus. Ele sabe que é necessária, mas se esquiva para enganar a população. O estado está quebrado, e a não aprovação da reforma pode prejudicar ainda mais as contas da Bahia”, diz.

Sanches questionou, ainda, a “preocupação” de Robinson e do PT com a população mais pobre da Bahia e com os servidores públicos. “Enquanto isso, a categoria está sem aumento de salários há seis anos. O governo Rui costa não gosta de gente pobre porque os pobres morrem na fila da morte na regulação, na falta de segurança”, criticou.

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