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Evento online e gratuito discute o tema por meio de diversos olhares

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), levantados em 2018, 5% da população brasileira é superdotada, ou seja, 10 milhões de brasileiros. E nesse universo, quantas vezes, os pais de uma criança superdotada não saíram frustrados depois de uma conversa com um professor ou com um profissional de saúde?. Quantas vezes, uma pessoa superdotada já foi rotulada com comportamentos patológicos?. Seria impossível contabilizar essas situações, que acontecem, muitas vezes, por falta de conhecimento sobre a superdotação ou pela dinâmica de rotulação existente em algumas áreas.

Por isso, para superar os tabus, as controvérsias e o desconhecimento sobre a superdotação, ocorre, de 7 a 12 de junho, o Vivendo a Superdotação, evento online e gratuito, idealizado pelo psicólogo clínico e educacional, especialista em Educação Inclusiva, em Análise do Comportamento e Transtorno do Espectro Autista e em Altas Habilidades ou Superdotação, Damião Silva.

Para abordar todos os vieses da superdotação, o evento contará com painéis ministrados por professores, pesquisadores que atuam em diversas partes do mundo, psicólogos, pais de superdotados e superdotados. Entre os temas abordados, estão: neurociência e superdotação; superdotação e direitos; e educação personalizada no contexto da superdotação. E entre os painelistas, o superdotado, comentarista do “Encontro Com Fátima Bernardes” e escritor premiado, Fabrício Carpinejar, a neuropsicóloga, Luciana Xavier, o advogado Denner Pereira e o idealizador do evento, Damião Silva.

O Vivendo a Superdotação é voltado para professores, pesquisadores, profissionais da saúde, pessoas superdotadas e seus familiares. Além do público em geral interessado no assunto.

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