
Dizem que o 7 é um número místico. Emblemático e poderoso, é dele que pode vir a fé do Vitória por dias melhores no Campeonato Baiano. Na sétima colocação e com sete pontos conquistados, o Leão quer embalar na competição e se classificar para a fase final do estadual. Há quatro anos seguidos o time é eliminado na fase de grupos. A missão de João Burse e seus comandados é quebrar a escrita nesta temporada.
“Não é mole, não. Classificar é mais que obrigação”. Esse foi o canto entoado por torcedores no Barradão no último jogo. Contra o Jacobinense, a torcida viu o Vitória ganhar a segunda partida no Baiano. Sem margem para erro, o Rubro-Negro precisa de alto desempenho para conquistar a classificação. Três finais pela frente vão decidir o futuro do clube no estadual.
O atual aproveitamento da equipe na competição é de apenas 39%. Em seis duelos, perdeu três, empatou um e saiu vitorioso de singelas duas partidas. De 2017 a 2022, o desempenho dos que ficaram na quarta colocação, última posição que permite avanço para a fase mata-mata, foi bem variado. No período, os que menos pontuaram foram Atlético, em 2021, e Vitória da Conquista, em 2017, ambos com 13 pontos ganhos.
O Barcelona de Ilhéus, por sua vez, fez 14 pontos no último ano. Em 2020 e 2019, a pontuação de corte foi de 15 pontos, com Jacuipense e Vitória da Conquista, respectivamente. O maior pontuador foi o Bahia de Feira, com 17 pontos em 2018. O Rubro-Negro tem mais nove pontos em disputa, podendo chegar a 16, em caso de 100% de aproveitamento. Tendo como base os dados recentes do Baiano, com um rendimento desse, ficaria de fora apenas da edição de 2018. O Bahia, líder da competição, tem 15, acompanhado de Itabuna e Jacuipense com 11 e 10, respectivamente, no grupo de times que já chegaram a uma dezena ou mais de pontos. O Atlético é o atual quarto colocado, com oito.
A Tarde
