
Durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de São Miguel das Matas desta terça-feira (19), o vereador Charles, voltou a se destacar pela atuação firme em defesa de pautas essenciais para o desenvolvimento do município.
Entre os principais pedidos, o parlamentar fez uma indicação ao prefeito para a construção de uma quadra com campo de grama sintética na comunidade da Baixada, local que atualmente sedia um campeonato com apoio do município e da Secretaria de Esporte. “É um evento importante, mas precisamos avançar. Aquela comunidade merece um espaço mais adequado e digno para a prática esportiva”, afirmou o vereador, ressaltando o papel social do esporte como ferramenta de inclusão e cidadania.
Outro ponto de destaque na sessão foi a cobrança sobre o processo eleitoral para diretores escolares, que, segundo o vereador, tem gerado rumores e questionamentos jurídicos. Ele apontou que o atual certame pode estar em desacordo com legislações superiores e criticou o fato de que o Plano de Cargos e Carreiras, que deveria ter sido enviado à Câmara para adequações, nunca chegou. “Infelizmente, parece que querem repetir práticas ultrapassadas. Esperamos que ainda haja sensibilidade para corrigir o rumo e garantir um processo democrático e legal”, disse.
A situação do estádio municipal também foi abordada, com base em um vídeo publicado pelo vereador Robert, que denunciou o estado de abandono dos equipamentos esportivos. Segundo o parlamentar, a atual gestão já gastou mais de R$ 100 mil em contratos na área esportiva apenas no mandato anterior, sem que o serviço tenha sido efetivamente prestado. “É um verdadeiro absurdo. Esse vídeo mostra a realidade nua e crua. Esperamos que episódios como esse não voltem a ocorrer e que o prefeito assuma, de fato, uma postura responsável, algo que até agora não aconteceu”, criticou duramente.
Ainda durante sua fala, o vereador chamou atenção para a necessidade urgente de ampliação do cemitério municipal. Ele apresentou documentos que comprovam a desapropriação de um terreno, adquirida há quase três anos por cerca de R$ 97 mil, mas que até o momento não resultou em nenhuma obra efetiva. “O terreno foi pago, o processo está aí. O tempo está passando, e a demanda só aumenta. A população merece uma resposta”, alertou.
