
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem prazo até as 23h59 desta sexta-feira (24) para decidir se mantém a prisão preventiva de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). O julgamento ocorre em plenário virtual, formato em que os ministros registram seus votos eletronicamente, sem debate presencial.
A análise envolve o referendo da decisão do ministro André Mendonça, relator do caso, que determinou a prisão. Até o momento, o placar está em 2 a 0 pela manutenção da medida. Além do relator, o ministro Luiz Fux já votou no mesmo sentido.
Ainda faltam os votos dos ministros Kássio Nunes Marques e Gilmar Mendes. Já o ministro Dias Toffoli se declarou suspeito e não participa do julgamento. A suspeição ocorre quando o magistrado entende que há possível comprometimento de sua imparcialidade, seja por vínculos pessoais ou outras circunstâncias.
Toffoli já havia adotado postura semelhante em processos relacionados ao chamado Caso Master. Antes da redistribuição, ele era o relator do caso, mas deixou a função após a Polícia Federal encaminhar ao presidente do STF, Edson Fachin, relatório com dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
