
Celebrada em 3 de abril de 2026, a Sexta-feira Santa reuniu milhões de cristãos em todo o país em um momento de profunda devoção, marcado pelo luto e pela contemplação do sacrifício de Jesus Cristo.
A data, considerada uma das mais importantes do calendário cristão, relembra a crucificação e morte de Cristo, sendo o ponto central do Tríduo Pascal período que antecede o Domingo de Páscoa. No Brasil, o dia é feriado nacional e tradicionalmente dedicado à introspecção espiritual.
Diferente de outras celebrações religiosas, a Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que não há celebração de missa na Igreja Católica. Em seu lugar, ocorre a Celebração da Paixão de Cristo, caracterizada por um ambiente solene, sem cânticos festivos ou o toque de sinos, reforçando o sentimento de respeito e recolhimento.
Entre as tradições mantidas pelos fiéis estão o jejum e a abstinência de carne vermelha, sendo comum o consumo de peixe. Além disso, encenações da Paixão de Cristo e procissões são realizadas em diversas cidades, reforçando a importância cultural e religiosa da data.
O termo “paixão”, derivado do latim passio, significa sofrimento, simbolizando o sacrifício de Jesus pela humanidade. Estudos históricos e religiosos indicam que a data de 3 de abril coincide com o dia tradicionalmente aceito para a crucificação de Cristo no ano 33 d.C.
Inserida na Semana Santa, a Sexta-feira Santa representa o ápice da reflexão cristã, antecedendo a celebração da ressurreição no Domingo de Páscoa, momento que simboliza a renovação da fé e a esperança para os fiéis.
