Pela manhã, o maior ato foi registrado no Rio de Janeiro. Começou na Avenida Presidente Vargas, na região central, e se encerrou em frente à Igreja da Candelária, por volta das 14h.
Os atos foram convocados majoritariamente por movimentos sociais, sindicais e partidos políticos à esquerda.
Inicialmente, os atos ocorreriam daqui a três semanas, no final de semana dos dias 24 e 25 de julho. No entanto, os grupos decidiram antecipar a convocação após a eclosão da investigação de supostas irregularidades na aquisição de vacinas contra a Covid-19.
A pandemia é tema recorrente dos discursos e cartazes, que responsabilizam o presidente Jair Bolsonaro pelo número de mortesregistradas em razão da Covid-19 no Brasil.
São citadas as suspeitas de irregularidades no caso Covaxin, que levou a abertura de um inquérito contra o presidente por suposta prevaricação, e em um suposto pedido de propina de US$ 1 por dose, em negociação de um representante comercial com um diretor do Ministério da Saúde, agora exonerado.
Fonte: CNN Brasil
