
Desde a noite desta segunda-feira (19), moradores da Rua Augusto Vieira, em São Miguel das Matas, enfrentam sérios transtornos devido à falta de energia elétrica. O problema teve início por volta das 00h, quando uma canela (barra de sustentação) se soltou de um poste, após a força das chuvas intensas que atingiram a região.
De acordo com os relatos dos moradores, a interrupção deixou a rua completamente às escuras e várias residências sem eletricidade. A situação está afetando diretamente a rotina da comunidade, que já soma mais de 18 horas sem o fornecimento de energia elétrica.
A Coelba, responsável pela distribuição de energia na região, informou que a previsão inicial para o retorno da energia seria na quarta-feira (21), o que gerou ainda mais indignação entre os residentes. Muitos se mostram frustrados com a demora e a falta de informações mais precisas sobre o reparo, já que, até o momento, o problema persiste.
“Estamos vivendo um verdadeiro caos. Sem luz, não conseguimos realizar tarefas simples do dia a dia, como cozinhar ou até mesmo estudar. Não sabemos quando a energia vai voltar e ninguém nos dá uma resposta clara. A situação está muito difícil”, desabafou por telefone uma das moradoras da rua.
Além do impacto direto nas atividades domésticas, a falta de iluminação também aumenta os riscos de segurança. Muitos moradores temem o aumento da criminalidade na área durante a noite devido à escuridão, o que eleva ainda mais a tensão entre os moradores.
Até o fechamento desta matéria, a situação seguia sem previsão de normalização, e a população continua aguardando um posicionamento mais efetivo por parte da Coelba e das autoridades municipais.
Pedidos de providências
Os moradores da Rua Augusto Vieira exigem mais agilidade no reparo e a restauração do fornecimento de energia, além de maior comunicação da concessionária com a comunidade. Muitos se perguntam como uma situação como essa pode perdurar por tanto tempo, considerando a importância do fornecimento de energia elétrica para o bem-estar e a segurança dos cidadãos.
Enquanto isso, a esperança de que a situação seja resolvida o mais rápido possível se mantém entre os moradores, que se veem cada vez mais dependentes da resposta das autoridades competentes.


