Rafael trabalhava como motorista particular de Gabriela havia dois anos e teria a matado em 24 de outubro de 2018. Desde então, ele começou a se passar por ela no WhatsApp dizendo a familiares que teria se internado em uma clínica de repouso para tratar da depressão.
Nas conversas, ele disse, fingindo ser Gabriela, que voltaria para casa no Natal. Como a médica não apareceu, as suspeitas começaram e os familiares resolveram fazer uma queixa à polícia.
Segundo o Correio Braziliense, Rafael também realizava movimentações bancárias para a médica, no lugar da mãe dela, que se afastou para tratar de um câncer.
“Ele era o motorista de confiança dela. Mas ele, ao movimentar as contas bancárias dela, subtraía pequenos valores mensalmente, sem o conhecimento de Gabriela”, disse o delegado delegado-chefe da Divisão de Repressão a Sequestros (DRS) da Polícia Civil do Distrito Federal, Leandro Ritt.
