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Home office eleva busca por tecnologia no período de Coronavírus

Fonte: A Tarde

A busca por unir economia e saúde pode não ser tão complicada como parece: as empresas aumentaram os pedidos de atendimento remoto como forma de manter e até ampliar a produtividade dos trabalhadores sem sair de casa, no sistema conhecido na expressão em inglês home office.

As companhias têm sido solicitadas a buscar soluções digitais a fim de liberar os colaboradores do contato físico, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde.

O risco de contágio por coronavírus, para estes trabalhadores, é reduzido quase a zero, enquanto os negócios das firmas seguem firmes, embora a recomendação de manter a higienização das mãos com álcool em gel, entre outras, não deva ser minimizada.

– É possível aumentar o número de trabalhadores remotos, o que será benéfico para as empresas e os profissionais, na medida do possível. O trabalho a distância é regulamentado no Brasil e o uso dos canais digitais, uma prioridade – explica o especialista em soluções digitais Fábio Miranda.

Para se ter uma ideia do crescimento do trabalho em casa, graças às tecnologias digitais, somente uma das empresas mais atuantes do mercado, a Hi Plataform, vem recebendo uma média de 100 pedidos de comunicação por dia para atendimento remoto.

Trata-se da tecnologia chamada chat: os profissionais operam de casa pelo servidor da empresa, por meio da transferência de mensagens entre os departamentos, com conexão pelo aplicativo WhatsApp.

Esta conexão torna-se mais importante na medida em que será mais fácil divulgar o número do app para necessidade de uso do telefone para tirar dúvidas de clientes por meio verbal.

“As decisões do presidente da República no que diz respeito à área de saúde e ao coronavírus não alcançam o estado de Goiás. (…) As decisões de Goiás serão tomadas por mim”

Ronaldo Caiado, governador de Goiás (DEM), um dos aliados mais antigos do presidente, ao apontar um rompimento com Bolsonaro após o pronunciamento realizado pelo chefe do Executivo no último domingo

Crianças sem merenda

Os municípios do interior vêm enfrentando problemas devido à falta de acesso à necessária merenda escolar, importante complemento alimentar nas famílias de baixa renda. Petições em forma de abaixo-assinados vêm sendo elaboradas para envio ao Ministério Público. Argumentam os organizadores do movimento o fato de a Covid-19 ser uma ameaça à vida – considerada direito humano fundamental –, cuja única forma de evitar é o isolamento social. Mas o fechamento das escolas vem representando o cancelamento da oferta da merenda, o que representa, na visão dos ativistas, uma violação aos direitos das crianças e adolescentes, daí a necessidade de atuação dos servidores do Ministério Público e das prefeituras no interesse da cidadania.

Prevenção nos presídios

A Comissão de Direitos Humanos e Democracia da Câmara Municipal de Salvador, em parceria com a Clínica de Direitos Humanos da Universidade Federal da Bahia, elaborou projetos de indicação ao governo do estado e à prefeitura de Salvador para garantir a higienização pessoal e condições de salubridade adequadas nas unidades prisionais, além da atenção à saúde das pessoas em restrição de liberdade ou liberdade condicional. Os projetos objetivam intensificar a prevenção ao coronavírus dessa população, constantemente exposta a insalubridade e a uma alimentação precária, o que aumenta o risco de adoecimento.

POUCAS & BOAS

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) iniciou o processo para adquirir R$ 500 mil em compras e logística de distribuição de materiais básicos destinados aos profissionais de saúde dos hospitais da região oeste e à população em geral. O envolvimento da entidade na campanha de prevenção à Covid-19, articulada pela médica Graça Melo, foi aprovado pela diretoria da associação, que vai adquirir itens como luvas, máscaras, álcool gel e outros insumos que municípios e hospitais julgarem necessários.

Em Juazeiro a Procuradoria Geral do Município está ultimando os preparativos para ingressar com uma ação no Ministério Público da Bahia, denunciando grupos e perfis de redes sociais que estão atuando na propagação de notícias falsas acerca do novo coronavírus e do H1N1. De acordo com a procuradoria municipal, a principal consequência da divulgação destas ‘fake news’ é o pânico causado entre a população

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