Muito se fala sobre a inclusão social e muito à percorrer para que a tão sonhada e necessária “inclusão” possa vir a acontecer.
No Brasil, um país carregado de mazelas, equivocado em suas convicções políticas, sociais, culturais, religiosas… encontrar alguém que nunca tenha sofrido qualquer tipo de discriminação é algo quase que impossível nos dias atuais. A discriminação que outrora se justificava pela raça, hoje não mais se concebe sob nenhuma égide, seja ela econômica, social, religiosa, étnica, sexual ou outra qualquer.
O desrespeito com o diferente, além de constituir – se crime, pode alicerçar o conceito estereotipado de solidariedade e de justiça ou pode correr os alicerces mais sólidos que sustentam os valores éticos e morais de nossa sociedade e, especificamente do indivíduo que a compõe.
Conforme a leitura que é feita sobre o ‘diferente’, pode – se formar ou deformar o modo de pensar acerca do tema qüiproquó, tão ambíguo ultimamente.
Na há dúvidas que você que chegou até aqui, pode e deve fazer alguma coisa para que milhões de pessoas, assim como você, não mais sejam desrespeitadas, fazendo valer a democracia e não mais a democratura.
