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Cobrança indevida por estruturas de praia provoca revolta em Itaparica

A cobrança de valores entre R$ 30 e R$ 50 pelo uso de cadeiras, mesas e guarda-sóis na Praia do Forte, em Itaparica, tem gerado revolta entre moradores e turistas da região. A prática, amplamente atribuída a barraqueiros locais, tem sido alvo de protestos nas redes sociais e pedidos para que haja fiscalização mais rigorosa e maior transparência nas negociações.

Os relatos apontam que os preços variam de acordo com a negociação entre os turistas e os vendedores de serviços de praia. Em um caso, um morador afirmou ter pago R$ 15 em dinheiro e o restante via Pix para usar um “kit de praia”, composto por cadeira e guarda-sol. Quando questionado sobre o motivo dessa cobrança, o morador foi surpreendido com a resposta de que “sempre teve isso”, sem oferecer justificativa mais detalhada.

A situação gerou um clima de desconforto tanto entre os turistas que chegam à Praia do Forte, buscando desfrutar de um dia de lazer, quanto entre os moradores locais, que se dizem incomodados com a falta de regulamentação e transparência nas tarifas cobradas. Muitos se queixam de que a prática não apenas é abusiva, mas também dificulta o acesso ao local para aqueles que não desejam pagar valores tão elevados para usufruir de uma simples cadeira de praia.

Magno Bastos

Fez Rádio e TV, Pedagogia é Especialista em Direito Educacional, Cronista Esportivo, Mestre de Cerimônia Locutor, Repórter, Apresentador e Produtor

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