Depois de muita discussão e tumulto, uma votação anulada, decorrente de um indicativo de freude, quatro nomes tiram seus nomes da disputa e Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito e proclamado novo presidente do Senado Federal para o biênio 2019/2020, sendo um dos mais jovens senadores a assumir a presidência da Casa.
Senador de primeiro mandato, Alcolumbre teve uma atuação discreta nos primeiros quatro anos de mandato no Senado. Na disputa pelo comando da Casa, revelou-se um hábil articulador, congregando os adversários de Renan Calheiros e os aliados do governo federal.
O novo presidente contou com o apoio do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também filiado ao DEM.
Ângelo Coronel (PSD-BA), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Espiridião Amin (PP-SC), Fernando Collor (Pros-AL), e Reguffe (sem partido-DF), foram votados.
Jader Barbalho, Eduardo Braga, Renan Calheiros e não votaram para a eleição da presidência do senado federal, depois de muito tumulto e uma indicação da política nacional.Iniacia a apuração dos votos.
Após os senadores da República chegarem a um acordo, a votação para a Mesa Diretora do Senado realizou o uso de cédulas e no início do processo, oito candidatos se inscreveram para disputar o principal cargo, o de presidente da Casa.
Ângelo Coronel (PSD-BA), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Espiridião Amin (PP-SC), Fernando Collor (Pros-AL), Major Olímpio (PSL-SP), Renan Calheiros (MDB-AL), Reguffe (sem partido-DF) e Simone Tebet (MDB-MS), que declarou hoje sua candidatura avulsa.
