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Estudo revela que consumo de café pode retardar envelhecimento celular, aponta BMJ Mental Health

Estudo observacional sugere que antioxidantes presentes no café podem oferecer até cinco anos biológicos extras aos consumidores.

Um estudo publicado no final de novembro na revista BMJ Mental Health trouxe resultados surpreendentes sobre os efeitos do café no organismo. A pesquisa aponta que o consumo da bebida foi capaz de alongar um marcador de envelhecimento celular, proporcionando aos participantes o equivalente a cinco anos biológicos a mais em comparação com pessoas que não bebem café.

Conforme informações divulgadas pela CNN Brasil, os pesquisadores buscaram analisar se a ingestão da bebida poderia influenciar a velocidade de encurtamento dos telômeros — estruturas que protegem o material genético e que encurtam conforme envelhecemos. O estudo foi realizado com indivíduos que possuem transtornos psiquiátricos graves.

Embora seja uma pesquisa observacional, os cientistas afirmam que há explicações biológicas plausíveis para os resultados encontrados. Entre elas, destacam-se os compostos antioxidantes e anti-inflamatórios presentes no café, que podem contribuir para a proteção celular.

Apesar dos benefícios apontados, os especialistas alertam: há limites na quantidade recomendada de consumo diário. Exageros podem trazer efeitos indesejados, especialmente para pessoas sensíveis à cafeína.

Ivanildo Bastos

Ivanildo Bastos é comunicador, radialista e locutor, atualmente cursando Jornalismo. Licenciado em Biologia, atua como repórter da Criativa On Line há 22 anos, destacando-se pela experiência, dedicação e compromisso com a informação de qualidade.

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