
Mesmo com a classificação antecipada garantida, a equipe de Santo Antonio de Jesus amargou uma derrota pesada neste domingo contra Castro Alves, mas já volta suas atenções para um novo objetivo, conquistar o segundo lugar do grupo. Em entrevista após a partida para a Criativa On Line, o preparador Físico da Seleção, Nilton Santos, fez um balanço realista do momento da equipe, mantendo o otimismo para os próximos compromissos.
“Vamos continuar na briga. Só depende da gente. Agora a luta é pelo segundo lugar no grupo. Ainda temos a possibilidade de vencermos Vera Cruz aqui em casa e depois decidir o último jogo lá em Itiruçú”, afirmou. “Nada está perdido. A classificação já veio de forma antecipada, mesmo com essa derrota amarga. Mas temos totais condições de reverter a situação domingo e na rodada final.”
Lutar pelo segundo lugar é garantir vantagem no mata-mata
O foco da equipe agora é claro: garantir o segundo lugar para decidir em casa na fase eliminatória, uma vantagem que pode fazer diferença.
“Quem se classifica em terceiro faz o segundo jogo fora de casa. Por isso essa luta. É sempre bom jogar com nosso torcedor. Hoje o estádio estava lotado, a torcida compareceu e fez a parte dela. Vibraram no gol, fizeram sua avaliação do jogo… E a gente espera que eles estejam novamente conosco no próximo jogo.”
Sobre a disputa pela primeira posição, o tom foi de cautela, reconhecendo a força do adversário direto. “A briga pelo primeiro lugar ficou mais difícil, não só pelo que apresentamos hoje, mas também pela consistência de Castro Alves, que vem muito bem na competição.”
Derrota foi marcada por falhas individuais, aponta comissão
Questionado sobre os erros que culminaram nos quatro gols sofridos, o representante da comissão técnica fez uma análise sincera. Para ele, o problema não foi físico ou coletivo, mas sim individual.
“Se você observar, foram algumas falhas individuais. Não foi aquele jogo intenso, como o que tivemos lá em Castro Alves, com equilíbrio entre as equipes. Foram erros pontuais que acabaram pesando no placar.”
Trabalho coletivo na comissão técnica promete ajustes para o próximo jogo
A entrevista também destacou o trabalho integrado da comissão técnica, reforçando que a análise e a correção dos erros são feitas em conjunto.
“Conversamos ao longo da semana, sempre. Isso faz parte do nosso processo. Há diálogo entre todos — professor Guto, professor Luto, professor Lourenço, até o pessoal da rouparia participa. É uma coletividade. A palavra final é do treinador, claro, mas todos contribuem.”
