
Após o Vitória sofrer três eliminações, as cobranças tomaram um rumo policial. Fábio Mota, presidente do clube, recebeu intimidações de morte, direcionadas também a sua família. A situação o fez repensar o futuro no clube e se manter em silêncio com a imprensa por dias.
Nessa entrevista exclusiva, ele avalia o início da temporada, aborda o panorama atual do Leão, as perspectivas e desafios, a sua situação pessoal e a condição econômica do clube.
Após o jogo contra o Nova Iguaçu, você recebeu ameaças de morte por mensagens de texto. Essa foi a primeira vez como presidente do Vitória?
As ameaças não foram dirigidas somente a mim. Foram a mim e à minha família. E não foi uma simples ameaça. Teve fotos da minha família. Disseram que iam atirar na cara do meu filho. Entendo a passionalidade do torcedor. Nunca esperei receber uma ameaça assim, desestabilizou a cabeça da minha família. Meus filhos ficaram sem ir para a escola, minha mulher preocupada. Fomos para a delegacia, prestamos queixa, fizemos as ocorrências e entregamos o assunto à polícia.
A Tarde
