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Rei Momo pede doação de sangue: ‘É bom usar a alegria para o bem’

Nery garante que vai entrar firme na campanha pela doação de sangue

Alan Nery, que pela terceira vez impera na folia de Salvador como Rei Momo, diz que vai cumprir uma das agendas mais prazeirosas do seu reinado, vai entrar firme na campanha pela doação de sangue.

Hoje (10h), capitaneado pela Federação das Entidades Carnavalescas e Culturais da Bahia, ele vai estar no Hemoba para dar entrevista coletiva sobre mais uma edição da Campanha Rei Momo Solidário. Mas antecipa:

— Para mim é uma enorme satisfação usar um momento de alegria para fazer o bem. Me sinto gratificado. No ano passado eu tive um irmão que precisou de doação de sangue. Ele morreu, mas não por isso.

Ajuda pouca —Coisas do Carnaval, como se por aqui ele estivesse trafegando na contramão. Rei Momo vem da mitologia grega e significava brincadeiras e sarcasmo, nas versões carnavalescas, adotadas a partir da década de 1930, também. E segundo o  Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, momo é sinônimo de comediante e zombaria.

Mas em Salvador o concurso tocado por Reginaldo Carnaval, do Fantoches da Euterpe, segundo o radialista Dick Jones, que acompanha a história de perto, infelizmente não tem muito apoio oficial. Alan Nery, por exemplo, é de Lauro de Freitas. Deveria ter hotel em Salvador ou um carro à disposição para ir e voltar, mas é quem se vira.

Ou pior, o apoio oscila entre quase nada e nenhum. É por isso que este ano não haverá os dois guardiães, substitutos eventuais de Momo na intensa agenda da folia. Mas até que isso se resolva, ‘a alegria não pode parar’, diz Dick, com a doação de sangue inclusa.

A Tarde

Magno Bastos

Fez Rádio e TV, Pedagogia é Especialista em Direito Educacional, Cronista Esportivo, Mestre de Cerimônia Locutor, Repórter, Apresentador e Produtor

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