
Os tempos são outros. Esse é o lema do Bahia para a temporada de 2023. Desde a chegada do Grupo City, as metas do clube mudaram, os investimentos aumentaram e, claro, o perfil de contratações também. As negociações que estão em vigor para a chegada do uruguaio Santiago Rodríguez e de Kayky são provas disso.
Antes do projeto SAF se estabelecer no Tricolor, era impensável um cenário no qual o time estivesse na briga por um dos melhores jogadores do New York City na última (Major League Soccer – MLS), liga dos Estados Unidos. Estar apenas pendente de anúncio oficial com uma das melhores promessas que o Fluminense produziu nos últimos anos também seria um contexto muito pouco provável em condições anteriores.
De diferentes posições no campo, os dois compartilham de uma semelhança: ambos são jogadores que pertencem a clubes que estão atrelados ao Grupo City. Kayky pertence ao multicampeão Manchester City, carro-chefe mundial do projeto. Santi, por sua vez, é do Montevideo Torque, adquirido em 2017 pelo Grupo, apesar de ter atuado na última temporada no clube norte-americano, por empréstimo.
No emaranhado de envolvimento do Grupo City em negociações, os dois se somam a Diego Rosa, volante que foi comprado pelo consórcio internacional em 2020 e tem seu nome constantemente ligado ao Bahia. O meio-campista de 20 anos é de natural de Salvador e fez parte da sua formação de base no Vitória, maior rival. Atualmente, joga no FC Vizela, de Portugal, onde tem pouco espaço.
A Tarde
