
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição deve ser aprovada pelo Congresso Nacional por um período menor do que o desejado pelo governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Protocolado nesta segunda-feira, 28, o documento prevê a retirada do futuro Bolsa Família do teto de gastos públicos durante os quatros anos de mandato do futuro chefe do Executivo.
Porém, lideranças da base petista já esperam a provação da proposta, que será negociada durante a análise na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, pela metade do tempo e acreditam que a excepcionalidade ficará vigente por, apenas, dois anos.
A negociação será intermediada pelo presidente do colegiado, o senador Davi Alcolumbre (UB), que busca o apoio do PT para disputar a presidência da Casa em 2025. Nos bastidores, Arthur Lira (PP), presidente da Câmara dos Deputados, defenderia os dois anos como prazo máximo possível.
A Tarde
