
Terceiro colocado na Série B do Campeonato Brasileiro, o Bahia entra em campo nesta sexta-feira, 30, contra a Chapecoense, às 21h30, na Arena Condá, com a expectativa de abrir nove pontos do quinto colocado, no momento, Londrina, que atualmente tem 46 pontos conquistados.
Para isso ocorrer, o Tricolor vai ter que fazer as pazes com a vitória. O time tem três jogos que não sai de campo com o resultado positivo. Outro fator que pesa, nesse momento, é não ganhar uma partida longe da Fonte Nova há seis jogos. A última vez que venceu longe de Salvador foi no dia 16 de julho, quando saiu com os três pontos contar o Guarani, no Brinco de Ouro, ao vencer por 2 a 0. De lá para cá foram seis partidas com quatro derrotas, Sampaio Corrêa, Ponte Preta, Sport e Cruzeiro, e dois empates (Londrina e Criciúma).
Para conseguir resultado positivo no jogo desta noite, o zagueiro Luiz Otávio falou do que precisa ser feito para melhorar o desempenho fora de casa.
“Segurar um pouco a ansiedade, ter mais tranquilidade na parte defensiva. Às vezes, a gente está tão nervoso, querendo roubar a bola e, muitas vezes, se desorganizando. É ter tranquilidade, buscar roubar a bola no momento certo e trabalhar o nosso jogo. O adversário não pode conseguir nos envolver” disse Luiz Otávio, que volta a ser opção para o técnico Enderson Moreira na partida contra a Chapecoense.
Outro jogador que falou sobre vencer fora de casa foi o atacante Matheus Davó.
“A gente conversa, acompanha os jogos. Faz somas de pontos. A gente sabe que está perto, porque a gente trabalhou o ano inteiro para isso. Agora é foco total para essa final, que a gente sabe que não vai ser fácil. Esses dois jogos fora de casa, vamos buscar esses pontos”.
O Bahia é o terceiro colocado com 52 pontos e ainda encara fora de Salvador as equipes do Novorizontino, Grêmio e CRB e dentro da Fonte Nova enfrenta Brusque, Vila Nova-GO e Guarani. Para assegurar a classificação matemática a pontuação necessária é de 64, mas deve ser um pouco menor por conta do duelo entre as equipes que brigam por uma vaga no G-4.
A Tarde
