A pouco mais de 100 dias do primeiro turno das eleições, a disputa pelo governo da Bahia vai passando incólume pela polarização nacional entre o petista Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro (PL). Pelo menos até aqui, a corrida no quarto maior colégio eleitoral do país tem como protagonista um jovem político de 43 anos – velho conhecido do eleitorado baiano – identificado por três letras que estão arraigadas no imaginário popular do estado há praticamente sete décadas: ACM.
Neto do ex-prefeito de Salvador, ex-governador da Bahia e ex-senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007), ACM Neto (União Brasil) é o herdeiro político do chamado “carlismo” – como ficou conhecido o movimento de apoio a seu avô, eleito deputado estadual pela primeira vez em 1954, pela União Democrática Nacional (UDN). Com nova roupagem, o grupo se reinventou sob a liderança daquele que hoje é apontado como favorito para ser o próximo governador da Bahia, a partir de janeiro de 2023.
