Em tempos de pandemia, a importância de se falar sobre a atenção e continuidade na realização de exames de rotina é maior. Ainda mais quando o assunto é câncer de próstata.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de próstata aparece em primeiro lugar na incidência de casos em homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma), ocupando o segundo lugar no tipo de câncer que mais mata nesta população, atrás do câncer de pulmão.
“Apesar da estimativa de 65.840 novos casos no Brasil para 2020 (INCA), observamos que a preocupação com a COVID-19 tem postergado a realização de exames, comprometendo a detecção precoce do câncer de próstata, fundamental para aumentar as chances de cura da doença. Rotas diferenciadas para pacientes sem suspeita de COVID-19 e consultas por telemedicina foram algumas das ações adotadas para facilitar o acesso dos pacientes ao atendimento médico e a realização de exames, garantindo a segurança e qualidade da assistência dos nossos pacientes não deixem de realizar seus tratamentos e exames ”, reforça a Dra. Cynthia Lemos, oncologista do hospital Samaritano Higienópolis.
Além do acompanhamento anual por rotina, alguns sintomas podem indicar a necessidade de visita ao urologista. Embora o crescimento da próstata não provoque sintomas em muitos casos, a uretra pode ser comprimida e causar problemas para urinar, como fluxo de urina fraco, urgência para urinar e vontade mais frequente de urinar.
